Revista da Papelaria

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06/11/2018

   

Cores, variedades e valores

Estudante visita sua papelaria favorita toda semana em busca de novidades

*Por Mayara Reis


Fã assumida de artigos de papelaria, Vitória Brandão é uma consumidora assídua da Kalunga. A estudante carioca de 20 anos, que carrega pela faculdade um estojo que faz jus à sua fama, não passa nem mesmo uma semana sem comprar um produto novo. A paixão por canetas é o que mais motiva a futura jornalista a buscar com frequência itens novos.


A escolha pela papelaria ideal se deu por dois fatores que ela considera importantes para efetuar a compra: valores baixos e variedade de produtos. “A Kalunga é uma loja enorme, com preços em conta e onde geralmente eu consigo encontrar tipos de papel que normalmente não acho em nenhum outro lugar”, destaca.


O amor de Vitória por produtos de papelaria não é recente. “Eu desenho muito, então, desde criança adorava ir à papelaria comprar caderninhos e canetas”, explica sobre o carinho pelos artigos de escrita. A estudante tem novas paixões atualmente, mas sem deixar de lado as antigas. Além das canetas coloridas e diferentes estilos de caderno, ela abriu espaço em sua escrivaninha para receber tintas, papéis de diferentes gramaturas e outros itens escolares.


Apaixonada por produtos chamativos, Vitória se considera muito visual e acredita que suas compras refletem a sua preferência por itens atraentes. “Eu dou prioridade à questão estética mesmo. Quanto mais fofo e bonito, melhor. O que eu mais compro são canetas coloridas. Como sou uma pessoa muito visual, uso todos os tipos de marcadores coloridos para me manter organizada”, revela a estudante, que costuma comprar canetas da marca Stabilo.


Vitória acredita que sua vida seria uma bagunça sem os artigos de papelaria. Ela utiliza uma agenda física para se planejar e, para se nortear em meio às suas anotações acadêmicas, usa um sistema orientado por cores que ela mesma criou. Exatamente por ser tão organizada, a estudante presta bastante atenção na arrumação da loja. “Não suporto papelaria ‘zoneada’. Gosto que uma papelaria reflita a organização que seus produtos podem proporcionar”, declara.


Ser amante de artigos de papelaria já rendeu até uma história para a estudante de 20 anos. “Eu morei na Inglaterra por um curto período de tempo e estava muito ansiosa para visitar as papelarias de lá. Encontrei um caderno costurado à mão com papel 90 g, meu sonho de consumo. Quando vi que custava 50 libras e tinha apenas 40 páginas, entendi porque amo tanto a Kalunga”, se diverte a consumidora, que sonha com um estande bem grande repleto de marcadores coloridos em uma papelaria.

 

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