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05/12/2016

   

Floresta sem Fim e virtual da Faber-Castell

Campanha de volta às aulas 2017 terá aplicativo para celular inspirado em Pókemon Go

Para a próxima temporada escolar, Faber-Castell vai lançar a campanha intitulada Floresta sem Fim. “Há 30 anos, começaram os projetos florestais na região de Prata, no Triângulo Mineiro. São 9,5 mil hectares de área, onde toda a madeira utilizada é reflorestada, e daí o gancho de que a floresta nunca acaba”, explica o diretor de inovação e marketing da empresa no Brasil, Eduardo Ruschel. “Isso é algo que não é muito bem entendido pelo consumidor, e vimos a oportunidade de falar o que é madeira reflorestada e, a partir disso, salientar a importância de saber o produto que está comprando. São valores que não estão só no papel, mas são praticados também”, complementa o gestor.


A campanha Floresta sem Fim é dividida em duas etapas. Na primeira, em vigor neste mês, Faber-Castell leva o consumidor para mais perto das florestas e animais dos parques florestais por meio de filme de 30 segundos, veiculado na TV e mídia on-line. Em janeiro de 2017, a fabricante inova mais uma vez e, além da continuidade da campanha com a versão de 30” e também de 15” do filme, lança aplicativo de realidade aumentada.


“Ao comprar os EcoLápis de cor e mirá-los com a câmera do celular, a criança vai ver um animal que vive na floresta, por meio do aplicativo. Será possível tirar fotos com os bichos, compartilhar e, ainda, imprimir a imagem, colorir, e depois ver de novo em realidade aumentada do jeito que foi colorido. A criança vai poder colecionar os bichos pintados por ela mesma”, explica o diretor da Faber-Castell.


São 12 animais que surgirão a partir de 12 EcoLápis de cor – um animal para cada cor: tamanduá-bandeira, lobo-guará, arara-canindé, teiú, entre outros. Os animais ficarão armazenados no álbum de fotos do celular e poderão ser utilizados para compor selfies e fotos divertidas. Além disso, a escola também poderá ser envolvida, pois cada animal conterá informações e curiosidades. “Acreditamos que isso vai levar grande público às papelarias”, ressalta Eduardo Ruschel.


 

 

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