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10/07/2017

   

Para além da utilidade de apontar

Variedade de modelos, design e lançamentos constantes estão entre os fatores que impulsionam a venda de apontadores no Brasil

Se os lápis foram inventados entre os séculos XVI e XVII, os apontadores chegaram bem depois. Sua criação é atribuída a Bernard Lassimone, um matemático francês que teria solicitado a primeira patente do objeto, em 1828, na França. Em seguida, outros inventores aprimoraram o modelo. A versão portátil que conhecemos hoje é atribuída ao americano John Lee Love, que teria desenvolvido o “Love Sharpener”, cuja patente foi registrada nos Estados Unidos, em 1897. Antes dessas invenções, os lápis eram afiados com facas ou navalhas – como ainda acontece com os lápis de carpinteiro, devido à sua forma plana, que não permite que sejam apontados com o movimento giratório.


Mas a inovação não parou por aí. Ao longo do último século, diversas mudanças no formato, no tamanho e nos materiais utilizados na fabricação de apontadores fizeram com que o objeto se tornasse cada vez mais popular e acessível. Indispensável na rotina escolar e no dia a dia de escritórios, é também um item imprescindível para arquitetos, designers, artistas e desenhistas.


A Faber-Castell, uma das maiores e mais tradicionais indústrias de apontadores do mundo, dispõe de modelos com design inovador e funcional e tem como diferencial uma performance de alta qualidade. O desempenho se deve ao uso de lâmina de aço temperado, com fio de corte de excelência, e parafusos de segurança que impedem a retirada da lâmina, garantindo maior tranquilidade aos consumidores, principalmente crianças.


De modo geral, o apontador tem um desempenho positivo de vendas no primeiro semestre do ano, por ser um dos principais itens da lista de materiais de volta às aulas. Independentemente do calendário escolar, ele é importante no portfólio de produtos de diversas empresas, em todo o mundo. O lançamento constante de novos modelos e coleções é um dos principais fatores de impulso às vendas, conforme indica Marcelo Pissato, gerente de marketing e trade da Maped do Brasil, cuja linha de apontadores só tem crescido nos últimos anos no país. 


"De 2015 para 2016, tivemos uma evolução em vendas acima de 10%, situação que é uma constante para linha de apontadores. Esse resultado ocorre devido a uma sólida estratégia de novidades. A cada ano são lançados novos produtos, totalmente adequados à expectativa das crianças e adolescentes". Essas novidades chegam não apenas em design e funcionalidade, mas também na apresentação de padrões de altíssima qualidade e acabamento, garantindo melhor performance, conforto e durabilidade.


Pissato observa que a escolha do apontador ideal varia de acordo com o perfil dos consumidores. Normalmente, estudantes optam por modelos que reúnem tecnologia, design e praticidade. Já os artistas preferem apontadores robustos e que respeitem o formato da ponta do lápis. 


No último volta às aulas, a Molin produziu cerca de 3 milhões de unidades de apontadores, e a produção média mensal da linha de gira em torno de 350 mil unidades. Dentre milhares de ofertas, os modelos mais vendidos são os apontadores Molin com depósito.

 

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