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Artes e artesanato

Arte para além da infância

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Papelaria - artesã Maria Aparecida de Lima Silva

Giz de cera é material valorizado por artesãos em função do custo-benefício e da facilidade de acesso

A artesã Maria Aparecida de Lima Silva, de São Paulo, capital, dá cursos, tem um ateliê em casa, e participa de feiras. Ela atua em um mercado que movimenta cerca de R$ 50 bilhões por ano no Brasil. Por isso, não pode ser negligenciado pelas papelarias. Isso não significa que é necessário ampliar em larga escala a oferta de produtos focados na produção artesã. É preciso identificar o potencial e a versatilidade de itens que já fazem parte do mix tradicional das papelarias. Como é o caso do giz de cera. “As pessoas pensam que giz de cera é só escolar e não sabem que podem usar em outros trabalhos, em panos de prato, com recicláveis. Também vale a pena usar giz em função do preço. É bem mais em conta do que as tintas, que vêm com o custo de pincel”, comenta Cida.

A artista ainda destaca que as papelarias precisam redescobrir os artesãos como público consumidor. Portanto as fabricantes deveriam criar linhas específicas para artesanatos, pensando além do público infantil ou escolar.

Queridinhos dos consumidores

Dos produtos mais tradicionais e conhecidos do mercado, destaca-se a linha de artes Pentel, o Giz Pastel, destinado a trabalhos artísticos, como ilustrações, desenhos e pintura, em versões no formato de sticks cilíndricos e barras.

A Faber-Castell, a categoria giz é composta por produtos de diversos formatos, tamanhos e fórmulas para atender às mais variadas necessidades, gostos e usos. Uma das inovações mais significativas dos últimos tempos foi o lançamento do Ecogiz com corpo de madeira 100% reflorestada. Desenvolvido especialmente para resolver o maior desafio do produto, que é a quebra ao usar. O mercado ainda conta com a linha Bic Evolution de Giz de Colorir como uma boa opção para trabalhos manuais e artesanatos. As diferentes versões são de 12 e 24 cores, cores vivas e ultrarresistência.

Esse texto não acaba aqui! Você pode conferir o texto na íntegra na edição 253 da Revista da Papelaria.

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