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Kalunga em plena expansão

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A maior rede varejista do mercado de papelaria anuncia plano para atingir 250 lojas até 2020

Foi em 2012 que a Kalunga atingiu o marco de 100 lojas no país. Sete anos depois, a rede vai inaugurar, até o final do mês, no Shopping Jequitibá, em Itabuna/BA, sua 216ª loja, marcando presença física em 20 estados e também no Distrito Federal. “A Kalunga tem como objetivo marcar presença em todo o Brasil. Nossos principais direcionamentos para a definição das cidades estão o número de habitantes, a presença de empresas, os empreendimentos comerciais de referência na região e a abertura de shopping centers”, explica Hoslei Pimenta, diretor comercial da empresa.

A origem da empresa foi em 1972, quando Damião Garcia abriu uma papelaria no bairro de Vila Mariana, na capital paulista. Daquela época aos dias atuais, muita coisa mudou. A pequena papelaria virou um grande atacado e, nos anos seguintes, foi se transformando em tudo o que é hoje: uma empresa que atua em diversificados canais de distribuição, como loja física, e-commerce e televendas. Pode-se dizer que o que tem permanecido intacto é a ousadia e o planejamento.

O plano de expansão é um indicativo disso. Desde 2010, quando ele começou a ser colocado em prática, previa a média de 20 inaugurações por ano. Em 2019, atualizado, o plano prevê 30 novas lojas anuais. Tudo isso em um cenário em que se discute o papel do varejo físico em detrimento do e-commerce e o alto custo das instalações imobiliárias. “Percebemos que o crescimento das lojas físicas também reflete de forma agressiva no e-commerce, uma vez que os consumidores passam a conhecer e confiar mais na marca, podendo migrar para os demais canais de vendas”, defende o diretor comercial, mostrando que estratégia e gestão da informação são diferenciais competitivos fundamentais.

A Kalunga pretende encerrar o ano com 224 unidades, sendo pelo menos 12 delas nas regiões Norte e Nordeste, onde a marca ainda é novidade. Neste momento, o foco da Kalunga é atingir todas as capitais do país. O investimento médio para abertura de cada nova loja chega a R$ 3 milhões.

Além dos custos das obras, o valor também contempla o primeiro abastecimento de estoque. A área dos pontos de venda varia entre 800 m2 e 1.000 m2. A rede opera atualmente com cerca de 4.900 colaboradores e tem como meta de faturamento para 2019 o montante de R$ 2,9 bilhões. A estimativa de cada unidade, quando atingir o nível de maturação, é de faturamento entre R$ 800 mil e R$ 1 milhão.

A esses números grandiosos, soma-se o aumento de 14% no resultado da rede no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2018. “Estamos muito confiantes e felizes com os resultados que estamos conquistando. Por isso, seguimos otimistas em atingir a meta de 250 lojas em 2020. A partir daí, vamos colocar novas estratégias de expansão em prática, apresentando novas propostas e formatos de lojas aos nossos consumidores”, detalha Hoslei Pimenta.

Na avaliação do executivo, o mercado de papelaria tem se reinventado constantemente. Mesmo com toda a transformação digital, as resmas de papel ainda são um dos itens de destaque nas vendas. “Além disso, existem os amantes de papelarias, que chamamos carinhosamente de Kalovers. Esses clientes costumam colecionar diversos artigos da categoria. Estamos percebemos um volume maior na busca de novidades e produtos inovadores e, com isso, o setor vem demonstrando excelentes resultados e muito otimismo para o segmento”, finaliza.