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O papel em nossa rotina

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Apesar da digitalização de processos do cotidiano, o papel segue sua jornada documentando momentos

Desde que foi desenvolvido, o papel possui funções muito claras e importantes no dia a dia de uma empresa, de uma escola ou até mesmo do trabalho home office. Ele pode ter inúmeras utilidades: nele, aprendemos novas informações e registramos diversos documentos importantes no decorrer da vida, por exemplo.

Com o avanço das tecnologias e com o digital fazendo cada vez mais parte da rotina de todos, acreditava-se que o papel se tornaria retrógrado. Mas, ligado a esse desenvolvimento, o fluxo de informações aumentou e, consequentemente, se tornou mais fácil a utilização do papel. Um exemplo disso é que imprimir um artigo interessante da internet hoje é mais simples do que datilografar um livro há cinquenta anos.

Nas faculdades, as provas são impressas, mas todo o material didático é digital. Nas empresas de contabilidade, é preciso manter os documentos fiscais arquivados de forma impressa por pelo menos cinco anos. O uso do papel varia muito de acordo com a particularidade e necessidade de cada empresa.

Conhecendo o consumidor

Na academia HidroVida, a coordenadora de atividades Liliane Barbosa conta que o papel só é utilizado em momentos específicos: quando os pacientes e alunos são avaliados, na impressão das notas ficais, no cronograma de aulas ou nos avisos importantes. Os contratos são digitais e todas as outras informações são enviadas por e-mail ou por WhatsApp.

A advogada Thayane Mello, que trabalha em um escritório de advocacia, compartilhou um pouco de sua relação com o papel no expediente. Os tribunais implementaram um sistema processual eletrônico, diminuindo o uso do papel nos escritórios, mas alguns documentos ainda precisam ser utilizados de forma impressa, principalmente quando carecem da assinatura física dos clientes. A empresa utiliza uma política de impressão com o objetivo de contribuir com a diminuição do impacto ambiental e com a redução dos custos.

O olhar do fabricante

A Filiperson está há mais de 30 anos no mercado produzindo somente papéis especiais, capazes de provocar um impacto positivo com o que foi impresso. Se, por um lado, algumas empresas optam por digitalizar a maioria dos documentos, por outro, o interesse e o consumo de papéis especiais para ocasiões importantes e artísticas tende a crescer. O consumidor da Filiperson tem diferentes perfis, de usuários domésticos até profissionais especializados, mas todos buscam por um produto de qualidade e com uma boa aparência.

O papel tem a capacidade de desenvolver o lado criativo presente em cada um de nós. Desde o jardim de infância temos essa ligação entre o papel e a imaginação. Quem também partilha dessa ideia é a International Paper, fabricante do tradicional papel Chamex, que está no Brasil há mais de 50 anos produzindo diversos produtos no segmento dos papéis. A Suzano busca, a todo momento, uma produção sustentável do papel Report, sem desrespeitar as pessoas e a natureza, mas mantendo a qualidade de seus produtos.

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