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Representantes do Brasil – parte 3

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Papelaria Representantes do Brasil – parte 3

Paulo Mahon ressalta diferença no formato da Paperworld para feiras no Brasil

Há 26 anos na representação e satisfeito com o portfólio bem diversificado, Paulo Mahon afirma ter a total compreensão sobre a importância de participar de grandes eventos, como a Paperworld. Junto com Erwin Schleu e Karina Provenzano, o representante foi levado pela Francal Feiras para a maior feira do setor papeleiro do mundo, e passou suas impressões à REVISTA DA PAPELARIA.

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PAULO MAHON (João Pessoa/PB)

O que mais te chamou atenção em relação ao Brasil?

O tamanho me chamou atenção, mas os produtos em si são muito parecidos. Muitas indústrias que vimos aqui estão presentes no Brasil. Achei interessante a dimensão dos stands, bem menores do que no Brasil. Aqui não se vê aqueles megastands dos cardeneiros. No entanto, a quantidade de expositores é muito maior. Também achei a visitação muito grande.

Essa experiência pode gerar benefícios ao seu trabalho?

Com certeza. Sempre digo que precisamos sair das quatro paredes para enxergar coisas novas, como os produtos são expostos, como a coisa toda funciona. Sempre é muito importante participar de grandes eventos. Vou voltar com outra visão. Gostei muito dessa iniciativa da Francal. Eles estão dando oportunidade para as pessoas enxergarem o trabalho em um âmbito macro.

Se considera uma pessoa de sorte?

Se você se achar de sorte e ficar debaixo de um pé de coco, a sorte que vai acontecer é cair um coco na sua cabeça. Me considero, tenho um lado positivo muito grande, mas a sorte você também faz ela acontecer.

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